
Dentro do curso de Pós-Graduação que estou fazendo na área de Gestão de Empresas com Ãnfase em Qualidade (UFLA/MG), estudo uma matéria intitulada Gestão Estratégica de Negócios que nos remete à s diversas formas de gerir um negócio de forma mais eficaz e eficiente.
Resolvi neste post escrever algo sobre o fator inovação que foi abordado no texto acadêmico estudado e que vejo ser muio interessante considerando o momento econômico que estamos atravessando.
Os dicionários nos dizem que inovação é a atitude de introduzir novidades, renovar.
Atualmente para que as empresas sobrevivam em um mercado altamente competitivo e globalizado há que se inovar sempre.
A inovação no produto (assim como a inovação no processo) segundo Michael Porter, professor da Harvard Business School, pode vir de dentro ou de fora da indústria a que a empresa pertence.
A inovação corresponde à introdução no mercado de um produto, seja ele um bem ou serviço, novo ou significativamente melhorado, ou a introdução por parte da empresa de processos novos ou significativamente melhorados. A inovação pode ser baseada em novos desenvolvimentos tecnológicos, em novas combinações de tecnologias existentes, ou na utilização de outro tipo de conhecimento adquirido pela empresa.
A inovação tem de ser nova para a empresa; não tem que ser necessariamente nova no mercado servido pela empresa. A inovação pode ter sido desenvolvida tanto pela empresa como fora dela.
Hoje em dia é muito comum ver empresas e pessoas, copiarem algo que já foi feito ou desenvolvido, é o chamado benchmark. Os ganhos dessas empresas dependem exclusivamente da venda em grandes quantidades do produto, e a concorrência neste caso está baseada no preço. Quase não existe diferenciação. As que vendem mais sobrevivem, as outras estão fadadas ao desaparecimento. Aà é que entra a inovação, como forma de impedir que as empresas caiam no esquecimento e fechem suas portas.
A inovação pode acontecer de várias formas, ou em vários setores, e inclusive de formas simultâneas dentro de uma organização. A empresa pode inovar tanto em seus produtos/serviços quanto na forma de colocar este produto no mercado. Pede inovar seus processos de fabricação e desenvolvimento de produtos/serviços como no seu sistema de gestão como um todo. Para tanto os responsáveis pelas empresas devem ter em mente o que inovar, como inovar bem como quando inovar. Isso tudo dependerá muito do conhecimento e principalmente da criatividade de cada um.
Como exemplo de inovação no processo de produção podemos citar o que Henry Ford fez em sua empresa (Ford Motor Company), com sua linha montagem em série que o levaram a reduzir os custos fixos, além de outras vantagens.
Mas como inovar? A pergunta mais adequada talvez seja como criar alguma coisa que é inédita no mercado, uma coisa que ninguém fez antes?
Outro ponto a considerar é que a inovação precisa ser freqüente e deve ser voltada para os desejos do mercado.
Conforme exemplo citado de Henry Ford, que é considerado gênio em marketing, durante o processo de inovação deve-se estar atento para não cometer erros como Ford cometeu ao sacrificar os desejos dos clientes em prol da redução dos custos. Sua empresa só produzia um modelo de carro, de cor preta. Erros desta natureza são cometidos todos os dias, por organizações que teimam enxergar apenas a si mesmas. Afinal, o produto/serviço que uma empresa produz deve agradar em primeiro lugar a seus clientes e não a seus donos.
Atualmente para que as empresas sobrevivam em um mercado altamente competitivo e globalizado há que se inovar sempre.
A inovação no produto (assim como a inovação no processo) segundo Michael Porter, professor da Harvard Business School, pode vir de dentro ou de fora da indústria a que a empresa pertence.
A inovação corresponde à introdução no mercado de um produto, seja ele um bem ou serviço, novo ou significativamente melhorado, ou a introdução por parte da empresa de processos novos ou significativamente melhorados. A inovação pode ser baseada em novos desenvolvimentos tecnológicos, em novas combinações de tecnologias existentes, ou na utilização de outro tipo de conhecimento adquirido pela empresa.
A inovação tem de ser nova para a empresa; não tem que ser necessariamente nova no mercado servido pela empresa. A inovação pode ter sido desenvolvida tanto pela empresa como fora dela.
Hoje em dia é muito comum ver empresas e pessoas, copiarem algo que já foi feito ou desenvolvido, é o chamado benchmark. Os ganhos dessas empresas dependem exclusivamente da venda em grandes quantidades do produto, e a concorrência neste caso está baseada no preço. Quase não existe diferenciação. As que vendem mais sobrevivem, as outras estão fadadas ao desaparecimento. Aà é que entra a inovação, como forma de impedir que as empresas caiam no esquecimento e fechem suas portas.
A inovação pode acontecer de várias formas, ou em vários setores, e inclusive de formas simultâneas dentro de uma organização. A empresa pode inovar tanto em seus produtos/serviços quanto na forma de colocar este produto no mercado. Pede inovar seus processos de fabricação e desenvolvimento de produtos/serviços como no seu sistema de gestão como um todo. Para tanto os responsáveis pelas empresas devem ter em mente o que inovar, como inovar bem como quando inovar. Isso tudo dependerá muito do conhecimento e principalmente da criatividade de cada um.
Como exemplo de inovação no processo de produção podemos citar o que Henry Ford fez em sua empresa (Ford Motor Company), com sua linha montagem em série que o levaram a reduzir os custos fixos, além de outras vantagens.Mas como inovar? A pergunta mais adequada talvez seja como criar alguma coisa que é inédita no mercado, uma coisa que ninguém fez antes?
Outro ponto a considerar é que a inovação precisa ser freqüente e deve ser voltada para os desejos do mercado.
Conforme exemplo citado de Henry Ford, que é considerado gênio em marketing, durante o processo de inovação deve-se estar atento para não cometer erros como Ford cometeu ao sacrificar os desejos dos clientes em prol da redução dos custos. Sua empresa só produzia um modelo de carro, de cor preta. Erros desta natureza são cometidos todos os dias, por organizações que teimam enxergar apenas a si mesmas. Afinal, o produto/serviço que uma empresa produz deve agradar em primeiro lugar a seus clientes e não a seus donos.
Então fica o recado. O momento é de inovação, principalmente em tempos de âcriseâ onde o que se exige das empresas é arrojo e criatividade para superar os desafios.
Fontes:
Curso de Pós-Graduação âLato Sensuâ (Especialização) a Distância â Gestão de Empresas com Ãnfase em Micro e Pequenas Empresas.
Curso de Pós-Graduação âLato Sensuâ (Especialização) a Distância â Gestão de Empresas com Ãnfase em Micro e Pequenas Empresas.
Texto Acadêmico - Gestão Estratégica de Negócios


