No inÃÂcio da semana a Tietta abriu uma discussão bem bacana, cujo tema se baseia na acessibilidade, onde passarinhar é mais do que observar aves. O praticante desse segmento possui uma lifelist é a compilação de todas as aves que já viu e registrou durante sua vida de passarinheiro.
Portanto, se levarmos como padrão para realização dessa atividade somente pessoas dotadas de visão, logo teremos que desconsiderar as que por algum motivo, natural ou não sofrem deficiência visual, impossibilitando-as de participarem.
Ao contrário do que pensam, Birdwatching é mais do que ver e registrar as variadas espécies de aves é sentir, escutar é observar através de outros sentidos.
Portanto, qualquer pessoa independente das condições fÃÂsicas, pode ser um passarinheiro. Não importa a maneira com que se visualize, se é através da imagem capturada pelos olhos, ou pelo som captado através dos ouvidos. Ambas são registradas na memória e complemetam o conhecimento adquirido.
Portanto, se levarmos como padrão para realização dessa atividade somente pessoas dotadas de visão, logo teremos que desconsiderar as que por algum motivo, natural ou não sofrem deficiência visual, impossibilitando-as de participarem.
Ao contrário do que pensam, Birdwatching é mais do que ver e registrar as variadas espécies de aves é sentir, escutar é observar através de outros sentidos.
Portanto, qualquer pessoa independente das condições fÃÂsicas, pode ser um passarinheiro. Não importa a maneira com que se visualize, se é através da imagem capturada pelos olhos, ou pelo som captado através dos ouvidos. Ambas são registradas na memória e complemetam o conhecimento adquirido.
De fato, é de direito de todos sentirem essa e outras sensações, mas para isso, algumas mudanças se fazem necessárias. Pode aparecer supérfluo para alguns, mas em compensação para outros é sinônimo de igualdade.
Seja humano, contribua para que os lugares e as atividades sejam acessÃÂveis àtodos!!!


