Olá! Amigos
No dia 30 de Agosto de 2010, o Portal do Profissional de Turismo _ PANROTAS, disponibilizou uma notÃcia, não tão agradável para os Agentes de Viagem. O artigo dizia assimââCias. aéreas devem assumir o papel de agênciasâ
Uma organização sem fins lucrativos a Airline Information, que se dedica a prestar consultoria para a indústria da aviação, discutiu em São Paulo o futuro da aviação brasileira.
Segundo, o diretor geral da organização, Christopher Staab, o modelo de gestão aéreo está passando por um processo de mudanças, nos Estados Unidos, Europa e Ãsia já aderiram uma nova postura administrativa.
As Companhias Aéreas estão cobrando pelos serviços extras, como: alimentação, internet, entre outros, já são feitas à parte.
Segundos os consultores o Brasil deve se atentar as mudanças como uma forma de aumentar a lucratividade.
Veja o exemplo dos Estados Unidos que arrecadam cerca de US$500 milhões por ano só com a cobrança de bagagem extra ou excesso de bagagem.
Para Brasil, essa nova estratégia, dependerá de uma adequação para o mercado nacional, já que os brasileiros não estão acostumados a comprar serviços extras. âAlgumas companhias aéreas já estão apostando nessa mudança, como a Azul, Gol, Webjet.
Staab explicou que a tendência é o cliente comprar somente o assento e pagar por outras facilidades. âCom isso, os bilhetes teriam uma queda no preço, mas os lucros continuariam a serem computadosâ.
E ainda, outra forma de garantir a rentabilidade das empresas aéreas é o controle absoluto das vendas dos pacotes, que além do bilhete, precisam vender hotéis, transfers, passeios e aluguéis de carros, utilizando como ferramenta de venda o próprio site. Assumindo a postura de Agência de Viagem, evitando perdas nas vendas.
Para o membro do conselho da Airline Information, Michael Smith, todas estas transformações estarão concluÃdas no mercado brasileiro entre três e cinco anos. âNada é para sempre e as empresas precisam se atentar com o que está dando certo em todo o mundoâ, disse Smith.
As agências de Turismo estão correndo risco de perder espaço para os seus fornecedores / parceiros. Tendo em visto, nesta nova tendência. Mas, este novo modelo de gestão estaria voltado para a qualidade dos clientes.
Bom, mas, como ficarão os profissionais que são responsáveis pela transformação de sonhos, anseios e vontades dos clientes, tornando-os realidade. Procuram oferecer um serviço de altÃssima qualidade e com variadas opções de roteiro turÃstico, elaborados de acordo com cada especificação. Proporcionando-lhes um produto capaz de suprir as necessidades e ainda superar as suas expectativas.
Acredito que mudanças, são fundamentais no processo na melhoria contÃnua, mas desvalorizar um profissional, não é a melhor opção, a fim de valorizar mais os produtos.
Então os Agentes de Turismo, estão fadados ao extermÃnio, é isso!
As agências de Turismo estão preparadas para essa mudança, será que as companhias aéreas estão pensando no bem estar dos consumidores. E os transtornos, as frustrações sofridas pelos passageiros.
Bom, amigos, penso que existe espaço para todos no mercado, desde que façam um trabalho honesto com comprometimento e, principalmente, respeitando todos os envolvidos com o sistema.
No dia 30 de Agosto de 2010, o Portal do Profissional de Turismo _ PANROTAS, disponibilizou uma notÃcia, não tão agradável para os Agentes de Viagem. O artigo dizia assimââCias. aéreas devem assumir o papel de agênciasâ
Uma organização sem fins lucrativos a Airline Information, que se dedica a prestar consultoria para a indústria da aviação, discutiu em São Paulo o futuro da aviação brasileira.
Segundo, o diretor geral da organização, Christopher Staab, o modelo de gestão aéreo está passando por um processo de mudanças, nos Estados Unidos, Europa e Ãsia já aderiram uma nova postura administrativa.
As Companhias Aéreas estão cobrando pelos serviços extras, como: alimentação, internet, entre outros, já são feitas à parte.
Segundos os consultores o Brasil deve se atentar as mudanças como uma forma de aumentar a lucratividade.
Veja o exemplo dos Estados Unidos que arrecadam cerca de US$500 milhões por ano só com a cobrança de bagagem extra ou excesso de bagagem.
Para Brasil, essa nova estratégia, dependerá de uma adequação para o mercado nacional, já que os brasileiros não estão acostumados a comprar serviços extras. âAlgumas companhias aéreas já estão apostando nessa mudança, como a Azul, Gol, Webjet.
Staab explicou que a tendência é o cliente comprar somente o assento e pagar por outras facilidades. âCom isso, os bilhetes teriam uma queda no preço, mas os lucros continuariam a serem computadosâ.
E ainda, outra forma de garantir a rentabilidade das empresas aéreas é o controle absoluto das vendas dos pacotes, que além do bilhete, precisam vender hotéis, transfers, passeios e aluguéis de carros, utilizando como ferramenta de venda o próprio site. Assumindo a postura de Agência de Viagem, evitando perdas nas vendas.
Para o membro do conselho da Airline Information, Michael Smith, todas estas transformações estarão concluÃdas no mercado brasileiro entre três e cinco anos. âNada é para sempre e as empresas precisam se atentar com o que está dando certo em todo o mundoâ, disse Smith.
As agências de Turismo estão correndo risco de perder espaço para os seus fornecedores / parceiros. Tendo em visto, nesta nova tendência. Mas, este novo modelo de gestão estaria voltado para a qualidade dos clientes.
Bom, mas, como ficarão os profissionais que são responsáveis pela transformação de sonhos, anseios e vontades dos clientes, tornando-os realidade. Procuram oferecer um serviço de altÃssima qualidade e com variadas opções de roteiro turÃstico, elaborados de acordo com cada especificação. Proporcionando-lhes um produto capaz de suprir as necessidades e ainda superar as suas expectativas.
Acredito que mudanças, são fundamentais no processo na melhoria contÃnua, mas desvalorizar um profissional, não é a melhor opção, a fim de valorizar mais os produtos.
Então os Agentes de Turismo, estão fadados ao extermÃnio, é isso!
As agências de Turismo estão preparadas para essa mudança, será que as companhias aéreas estão pensando no bem estar dos consumidores. E os transtornos, as frustrações sofridas pelos passageiros.
Bom, amigos, penso que existe espaço para todos no mercado, desde que façam um trabalho honesto com comprometimento e, principalmente, respeitando todos os envolvidos com o sistema.


